O Hora da Memória: Estórias da FURG, vinculado ao programa História Arquivística da FURG e ao grupo de pesquisa Arquivologia e Memória: Documentos e Identidade, nasce do compromisso de preservar e difundir a memória institucional da Universidade.

Ao longo dos anos, milhares de pessoas contribuíram para essa trajetória, cada uma deixando marcas, lembranças e experiências que, entrelaçadas, formam uma rede viva de significados. São histórias que ajudam a compreender o passado, fortalecer o presente e projetar o futuro da FURG.
Em cada episódio, uma nova narrativa é revelada, feita de memórias, afetos, desafios e conquistas que refletem o que significa pertencer a esta comunidade universitária.

Sejam bem-vindos ao Hora da Memória: Estórias da FURG!

O projeto conta com a parceria do grupo de pesquisa Arquivologia e Memória: Documentos e Identidade (AMDI/FURG), do curso de Arquivologia (FURG), do Núcleo de Memória Engenheiro Francisco Martins Bastos (NUME/FURG), da Radioweb Experimental (SEaD/FURG), da Secretaria de Educação a Distância (SEaD/FURG), do Instituto de Ciências Humanas e da Informação (ICHI/FURG) e da Universidade Federal do Rio Grande (FURG).

Equipe técnica do projeto:
Coordenação: Prof.ª Dr.ª Roberta Pinto Medeiros
Equipe: Elisângela Gorete Fantinel (TAE - Arquivista/FURG) e Angélica Marques Carrasco (discente do curso de Arquivologia - ICHI/FURG)
Captação: Isabela Maria Santos Silva e Vitória Jansen Sampaio Costa (SEaD/FURG)
Edição: Isabela Maria Santos Silva, Vitória Jansen Sampaio Costa e Isabela Toledo (SEaD/FURG)

 

Episódio 1 - Sobre o Hora da Memória: estórias da FURG

Neste episódio de estreia, apresentamos o Hora da Memória: Estórias da FURG, uma iniciativa dedicada a preservar e compartilhar as narrativas que contam a história da nossa universidade.

A equipe do projeto é formada pela professora Roberta Pinto Medeiros, coordenadora da iniciativa; pela arquivista Elisângela Gorete Fantinel, responsável pela coleta dos registros; e pela estudante Angélica Marques Carrasco, que atua no tratamento dos relatos. Juntas, elas explicam por que preservar a memória institucional vai muito além de guardar documentos: trata-se de reconhecer afetos, trajetórias e identidades. Afinal, como destaca o projeto, “a história da FURG é feita de muitas mãos, e cada uma delas carrega um pedaço do que somos hoje.”